quarta-feira, 14 de novembro de 2012

BOLO EMBRULHADO PARA PRESENTE

Usando o Furoshiki

Veja a simplicidade da idéia.
Quem ganha o bolo embalado dessa maneira, fica surpreendido.



 

Escolha um tecido e uma folha de papel de seda que combine com ele.
O tecido deve ser maior que o papel de seda. Para um bolo como este, corte um pedaço de 80 cm de comprimento e 60 cm de largura. 
Separe dois pedaços de canela em pau.


Dobre a folha de papel de seda ao meio e envolva o bolo.
Corte um papel resistente ou o fundo de ma bandeja de isopor e coloque entre o papel de seda e o tecido, para firmar o embrulho.


Coloque-o sobre o tecido  na diagonal e enrole.


Com as pontas que sobraram na lateral, dê o nó básico do furoshiki
Veja como fazer aqui 



Emcaixe os paus de canela no meio do nó e pronto!

PRESENTES CONSUMÍVEIS


Eu vou aderir. E você?


Quero propor a vocês um pensamento que vem sendo elaborado dentro de mim desde que um amigo, no meu aniversário, trouxe o conceito de que deveríamos amadurecer a ideia de apenas presentear algo consumível. Ou seja, aquilo que é usável durante um tempo ou que sirva a um propósito específico na rotina das pessoas.
Com o passar dos anos, é comum as pessoas irem acumulando objetos e chegam a um ponto em que qualquer  presente não mais agrega valor. (qualquer objeto a mais em casa, nas gavetas ou armários, se torna um transtorno).  Este tempo é quando concluímos que já temos o suficiente para viver bem e a simplicidade começa a fazer parte do plano de vida.

Eu me proponho a oferecer presentes consumíveis dentro do contexto correto, para pessoas que já estão nessa fase e que já comungam a idéias de desapegar.
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Usar o bom senso é a chave certa. Existem pessoas que estão ainda em fase de montar a casa e necessitam presentes utilitários. Crianças que estão em fase de desenvolvimento de habilidades e necessitam de presentes instigantes. Mas a ideia que deveria prevalecer é a de que os presentes que vamos dar, não se tornem mais um objeto sem uso. O melhor, na minha opinião, são aqueles que as pessoas usarão por um tempo determinado e por si só acabam, são finitos.

Este pensamento é mais amplo do que simplesmente o de não acumular. Precisamos pensar no quanto geramos de resíduos indesejáveis para o planeta, ou seja, aqueles que não são de fácil decomposição, que varia de meses a décadas.

Se já temos um vidro bonito em casa que está sem utilidade, porque não reaproveitá-lo como embalagem para biscoitos amanteigados, balas, geleias ou compotas? Podemos dar a ele uma roupagem criativa e encantar quem o receberá.

Costumo fazer pães especiais para aquela determinada data e presentear. Também bolos são uma ótima pedida.

Existe a ideia de presentear com algum serviço ou experiência que você tenha. Um exemplo interessante seria o de dar ingressos para um espetáculo, um dia no kid's play, uma massagem^que você saiba fazer, ficar uma noite para os papais saírem sozinhos sem as crianças, organizar um armário para alguém se este for o seu forte e assim por diante.

Pois bem, vou começar a praticar essa idéia. Você vem comigo?

Como contribuição quero deixar algumas sugestões de presentes consumíveis/comestíveis que você pode fazer e embalar criativamente.

Se você ainda não conhece a técnica de embrulhar com tecido da japonesa Fusoriki, vale à pena conhecer.Assista em vídeo clicando aqui ou aqui e investigue um pouco mais neste endereço também.

furoshiki_chirimen03.jpg

                            http://www.geishablog.com/uncategorized/wrapping-the-japanese-way/

BOLO DE BANANA E ESPECIARIAS 
Para começar, vou sugerir o bolo de banana com especiarias que já é uma prática recorrente que tenho de fazê-lo e presentear. Ele é um bolo fino e fica muito elegante para datas comemorativas como Páscoa, Natal e aniversário.
Veja a receita aqui: http://gosteidemais.blogspot.com.br/2012/10/bolo-de-banana-e-especiarias.html
E para embalar veja o passo a passo aqui: 

sábado, 10 de novembro de 2012

FOCACCIA COM ALECRIM E TOMATE

Aplaudida de pé!
Sem glúten e sem lactose.


Falo e repito. Sem a farinha Beladri, não dá para ser feliz na cozinha sem glúten. Eu não tenho tempo de fazer experimentos pois não me dedico à cozinha em tempo integral. É uma passadinha pela cozinha e as coisa tem que dar certo porque caso contrário, não há tempo para repetir. As misturas que fazemos em casa, tenho visto por aí, que são eficientes. Cada farinha para um tipo de receita e para um tipo de leite vegetal. Pode ser que algum dia, tenha eu tempo para selecionar e combinar. Mas o melhor da Beladri (e olha que não estou fazendo propaganda paga, hein?), é que já vem com espessante e não deixa tudo terminar em farelo.
Pois bem, eu escolhi essa farinha para tudo o que tenho que fazer daqui em diante.
Eu encontro sempre na loja Empório Nutri, que também é outro lugar que já é minha morada. Quem tem a vida corrida como a minha, não tem como chegar nos supermercados e por acaso encontrar um ou outro produto sem glúten ou sem lactose.
Outro dia encontrei com uma senhora desesperada no supermercado procurando biscoitos e outras opções sem glúten. Eu concluí o seguinte com ela: temos que buscar aonde sabemos que tem e deixar para o supermercado que não é especializado, somente alguns itens de "perfumaria' da dispensa do sem glúten. Enfim, amo quando chego na Empório Nutri e as nutricionistas que atendem, sabem de onde estão falando e resolvem a sua vida num instante. Para mim, perfeito!

Bem, vamos à receita da focaccia.
Focaccia é uma receita típica italiana, uma massa de pão com cerca de 2 cm de altura, tradicionalmente coberta com sal grosso, alecrim e azeite de oliva. Na Itália é consumida no café da manhã, como aperitivo, ou para acompanhar antepastos.

Esta receita é da minha querida Daia, Ângela Padilha.
Primeiramente dissolva 1 colher de açúcar refinado com 15grs de fermento biológico. ( Aquele próprio para pão). Eu comprei a granel na padaria, porque no dia eu tinha 15 minutos para iniciar a massa para um encontro aqui em casa e no caminho do trabalho para casa, a padaria era o menor caminho. Mas vende em qualquer supermercado.


A mistura deve ficar assim.


Atenção! Aqui estou explicando com a farinha sem glúten. As medidas com a farinha tradicional estão no final da página.
Coloque 1 xícara de farinha sem glúten em uma vasilha e acrescente um ovo e o fermento dissolvido no açúcar.


 Misture e com as mãos amasse, vire, revire, estique e forme uma bola. Vá adicionando água morna para conseguir a liga e uma boa consistência. Não tem uma medida certa. Depende das condições climáticas do dia e do ambiente.


Cubra com um pano de prato e deixe crescer durante 45 minutos longe do vento. Eu sempre coloco dentro do forno.


 Depois de 45 minutos enfarinhe a bancada e torne a amassar, virar, revirar, esticar e abra com as mãos em uma forma redonda previamente untada com azeite..


Eu coloquei em um prato refratário que tenho e acho que espichei até demais. A massa deve ficar um pouco alta. Coloque azeite em quantidade generosa, sal grosso e alecrim e deixe crescer mais 45 minutos.

Na superfície, fiz uns leves cortes, quadriculando a massa. De levinho, somente para marcar.


Leve ao forno pré aquecido e asse por aproximadamente 20 minutos a 180 graus. Quando estiver pronta, corte tomatinhos e esfregue-os por cima da massa, liberando o suco.
Obs.: As massas sem glúten devem esfriar um pouco antes de serem servidas para evitar o esfarelamento.
Gente, gente! Eu fui surpreendida pela massa. As pessoas aplaudiram de pé. Ela ficou parecendo uma massa amanteigada. Extremamente saborosa! Claro que já fiz novamente.



Corte com as mãos e retire o excesso de sal grosso dando leve batidinhas antes de comer.


 Receita Focaccia tradicional

15 grs de fermento biológico
1 colher de açucar
1 ovo
1 pitadinha de sal
240 grs de farinha de trigo ( 1 xícara e 1/2)
Para a massa sem gluten, 1 xícara de farinha Beladri ou qualquer outra a mistura de farinhas sem glúten que você já está acostumado a usar.
àgua morna

Preparo

Amasse o fermento com o açúcar. Colocar 1 ovo e uma pitada de sal. Misturar e aguardar 2 minutos.
Misturar a farinha aos poucos alternando com água morna até dar a liga. Amasse com vigor e forme uma bola. Deixe-a crescer coberta por 45 minutos.
Abrir novamente a massa crescida e tornar a  amassar vigorosamente.
Abrir com as mão em uma forma previamente untada com azeite. Coloque bastante azeite por cima e dexe crescer mais 45 minutos.
Colocar por cima alecrim e sal grosso e assar em forno pré- aquecido a 180 garus. Aproximadamente 20 minutos.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

BETERRABA NO PAPELOTE COM BALSÂMICO

Radiante, bela e saborosa!

Tenho uma certa distância da beterraba. Só porque ela tem aquela cor maravilhosa, não precisa sair manchando todas as hortaliças e legumes da salada. Pode rir. Sou assim mesmo.
Primeiramente degusto as cores, sempre em primeiro lugar... as cores. Me importo com elas na organização estética do meu prato. Por isso a beterraba me encanta e me decepciona. Já que ela tem essa necessidade de ser única, tive eu também a necessidade de separá-la de todas as outras cores e apreciá-la sozinha.
A receitinha de hoje é da Tâmara Rolim que tem um blog muito gostoso. Ela chega no meu cardápio como uma entrada para o dia a dia. Mas é claro, você pode utilizar como desejar. No final do post,  leia sobre as propriedades da beterraba.

                                             
Primeiramente faça o molho com vinagre balsâmico, alhos espremidos azeite e uma pitada de sal.


Separe as folhas frescas de manjericão. Corte um pedaço farto de papel alumínio e dobre-o em 4 partes para manter o calor mais forte durante o processo de assar. Ajeite a beterraba no centro do papel alumínio.


 Derrame por cima o molho e envolva totalmente a beterraba com as folhas de manjericão.


Coloque somente uma beterraba em cada papelote de alumínio e feche muito bem para não deixar sair o calor durante o processo de assar.



Eu me esqueci de cortar as betrrabas em quatro partes antes de ir para o forno. Não se esqueça.


Ei-la! 
Radiante, bela e saborosíssima.


Receita

2 beterrabas médias descascadas e cortadas em quatro
2 dentes de alho ralado
1 punhado de manjericão fresco|
Sal e pimenta a gosto 
5 colheres de sopa de vinagre balsâmico
3 colheres de sopa de azeite de oliva extravirgem.
1 pitada de sal

Modo de preparo:
Pré-aqueça o forno à temperatura de 200°C. Corte cerca de 1 metro de papel alumínio e dobre-o ao meio para aumentar a espessura. Coloque as beterrabas no centro do papel alumínio e acomode em uma assadeira.
Faça uma espécie de bolsa com o papel e adicione os demais ingredientes. Feche a bolsa formando uma trouxinha, leve ao forno e asse por aproximadamente 1 hora. Sirva com raspas de laranja ou salsa picada se for de seu gosto.

 Sobre a Beterraba

É uma planta doce e saborosa, que se extrai açúcar semelhante ao da cana. Segundo “Dr. A. Balbach’ do livro as hortaliças na medicina doméstica”, mais de um terço da produção mundial de açúcar é proveniente da beterraba, e o restante da cana.
Em sua composição química encontramos: Vitaminas A, B1 (Tiamina), B2 (Riboflavina), B5 (Niacina), vitamina C (Ácido ascórbico). E cada cem gramas de beterraba são encontrados os sais: Potássio, sódio, fósforo, cálcio, zinco, ferro e manganês.
Por seu elevado número de sais, açucares e minerais a torna um alimento rico em propriedades medicinais. O seu consumo é preventivo de anemia, melhorando o sistema digestivo e sensação de peso no estômago. As folhas da beterraba contêm mais ferro do que o próprio vegetal. Devem-se consumir estas folhas em sopas ou refogados.
O suco é tônico, refrescante e diurético, excelente para as vias urinárias. Dr. A. Balbach em seu livro recomenda para os que sofrem dos rins ou das vias urinárias a beterraba com a cebola. Para os que têm problemas urinários, ferver uma beterraba e tomar três cálices do caldo por dia. Além das indicações acima, o suco da beterraba é bom para combater artrite, reumatismo, fortalecer tendões e promover o aumento da resistência orgânica.

Dica para combater anemia: “pegue meia beterraba descascada, uma cenoura, três laranjas e meio copo de água”. Bata no liquidificador e tome um copo pela manhã, após o café. Consumir laranja com beterraba aumenta a absorção do ferro. Beterraba, maçã e cenoura é também um excelente suco, aumenta a resistência do organismo, além de ser muito saboroso.
http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/espacoastral/2012/08/13/o-poder-das-frutas-ervas-e-hortalicias-beterraba.html

GRELHAR, COZINHAR OU ASSAR?

O melhor é variar.


 

Sempre tenho dúvidas se escolho legumes cozidos no vapor, assados, grelhados, crus... Fritos nem pensar. Desde que fiz reeducação alimentar, a fritura saiu definitivamente da minha cozinha. Mas na cozinha de outros, não rejeito. Agora que descobri a máquina que "frita sem óleo", esta passou a ser o meu desejo de consumo. Bem, se tratando então das outras opções de preparo de legumes, encontrei um texto muito interessante que quero compartilhar aqui no blog para os interessados.

A grande maioria das pessoas já sabe que deve consumir mais legumes e vegetais. Mas existe alguma forma de retirar mais benefícios dos legumes que já consome?

Um número crescente de investigações sugerem que no que diz respeito aos legumes e vegetais, o segredo da alimentação saudável está não só na quantidade que come, como também na forma como prepara estes alimentos, e que esta preparação influencia a quantidade de fitoquímicos, vitaminas e outros nutrientes que o seu corpo assimila.

Os benefícios são significativos. Numerosos estudos provam que as pessoas que consomem bastantes legumes e vegetais têm uma menor percentagem de ataques de coração, diabetes, hipertensão, problemas de visão e cancro. Mas como devem os legumes ser servidos?

Surpreendentemente, legumes crus não são sempre a melhor opção. No Jornal Britânico de Nutrição do mês Junho, os investigadores irão reportar um estudo envolvendo quase 200 alemães aos quais foram apenas servidos legumes e outros alimentos crus. Apresentaram níveis normais de vitamina A e relativamente níveis elevados de beta-caroteno. Mas ficaram bastante aquém em licopeno, um carotenóide presente nos tomates e outros legumes de pigmentação vermelha que é um potente antioxidante. Cerca de 80% tinham níveis de licopeno abaixo da média.

“Existe a ideia errada que os alimentos crus são sempre melhores para uma alimentação saudável,” afirma Steven K. Clinton, um cientista de nutrição e professor de medicina na Divisão de Oncologia da Universidade de Ohio. “Nos frutos e legumes, muitas das vezes, cozinhá-los um pouco é melhor e pode ajudar á saúde.”

A quantidade e o tipo de nutrientes que estão presentes nos legumes e vegetais são afetados por numerosos fatores antes de chegarem ao prato, incluindo onde e como cresceram, como forma processados e armazenados antes de serem comprados. A partir daí, é inteiramente consigo. Nenhuma forma única de cozinhá-los ou prepará-los pode ser considerada melhor. Os nutrientes solúveis em água, como as vitaminas C e B e um grupo de nutrientes denominados polifenóis são perdidos no processo. Por exemplo, os estudos mostram que depois de 6 meses, as cerejas congeladas perderam 50% de antocianinos, o composto benéfico para a saúde encontrado nas frutas e legumes de pigmento vermelho e azul. Os espinafres perdem 64% de vitamina C após serem cozinhados e as ervilhas e cenouras entre 85% e 95%, de acordo com a informação compilada pela Universidade da Califórnia.
Os compostos solúveis em gordura, como as vitaminas A, D, E e K e os compostos antioxidantes denominados carotenóides são menos prováveis de se corromperem na água. Cozinhar também quebra as ligações das células e dilui o conteúdo para o corpo usar. É por isso que os produtos á base de tomate processado possuem maiores taxas de licopeno que o tomate fresco.

Em Janeiro, um relatório do Jornal para a Agricultura e Química Alimentar concluiu que no geral, ferver em água é melhor para as cenouras, bróculos e abóbora do que cozer em vapor, fritar ou servir cru. Fritar é de todas as opções a pior.

Apesar de tudo, houve outros efeitos secundários. Ferver as cenouras em água, por exemplo, aumentou significativamente os níveis de carotenóides, mas resultou numa perca completa de polifenóis quando comparado com cenouras cruas.

Esse relatório não estudou os efeitos do microondas, mas em Março de 2007 um estudo do Jornal de Ciência Alimentar analisou os efeitos de ferver, cozer em vapor e de cozinhar no microondas sobre os nutrientes presentes nos brócolis. Ferver e cozer em vapor causou entre 22% a 34% de perca de vitamina C, enquanto que os legumes cozinhados no microondas retêm cerca de 90% de vitamina C.
Existem formas de melhorar o sabor dos legumes e vegetais, o que significa que mais pessoas os passam a ingerir. Recentemente, um relatório do Jornal para a Medicina Preventiva revelou que os hábitos alimentares de adolescentes numa população de 1.500 indivíduos em idade escolar. O fator que mais intervém na ingestão de legumes é o sabor e que os jovens adultos não gostam de consumir legumes simplesmente porque não gostam do sabor.
“Acrescentar em doses moderadas elementos que fazem sobressair o sabor, como um pouco de sal, especiarias, pimenta ou azeite, pode melhorar a experiência relacionada com legumes o que levará mais pessoas a consumi-los,” afirma o Dr. Clinton.

Porque o conteúdo nutricional e o gosto poder variar grandemente apenas pela forma como os legumes são preparados e servidos, a principal lição a reter é que se deve consumir uma grande variedade de legumes e vegetais e que estes devem ser cozinhados de múltiplas formas.

Fonte: The New York Times

sábado, 3 de novembro de 2012

QUICHE SEM MASSA - FRANGO AO CURRY COM CHAMPINGNON

Versão light para uma quiche.

Sinceramente falando, queijo nunca foi a minha preferencia. Não me importo com a restrição à lactose porque são pouquíssimos os queijos que o meu paladar suporta. Vou postar essa receita porque quem comeu elogiou. Levei para diferentes provadores. Todos eles de um paladar muito exigente. Para todos, sem exceção, a quiche estava magnífica. Então segue a receita no final da página. Eu a encontrei no blog figos e funguis e adaptei alguns ingredientes.como por exemplo o acréscimo de frango ao curry e leite de coco no lugar de iogurte.


 Primeiramente, refogue o frango cortado em cubinhos com óleo  alho, cebola e pimenta do reino.Acrescente 4 colheres de chai de curry em pó. Espere dourar e pronto: reserve. Nao deixe o frango ressecar. Deixe-o ainda molhadinho.


 Unte 6 tigelinhas com 'oleo vegetal e polvilhe com farinha de pão ( no meu caso,sem gluten)


Bata 4 ovos com um foet.


Acrescente 1 xícara, de iogurte para ficar mais light, ou de leite ( eu utilizei leite de coco), a ricota e a salsinha


Acrescente o champingnon e sal a gosto. A partir daqui você cria o seu recheio como quiser, colocando os ingredientes que gosta. Você está vendo uma das infinitas combinações que podemos fazer.


Agora coloque no fundo de cada ramequim, um pouco de frango com curry, sem caldo.


Coloque com o auxílio de uma concha, o molho de ricota


Eu coloquei por cima umas fatias de queijo brie que tinha sobrando na geladeira. Você poderá colocar qualquer outro a sua escolha ou nem colocar.


Leve ao forno até assar completamente e dourar.


Quem comeu, gostou e pediu mais.


Receita
Quich Light

4 ovos
1 copo de iogurte natural ( Utilizei leite de coco porque não contem lactose e acho que combina bem com curry)
2 colheres de creme de ricota ( Utlilizei a ricota mesmo 1/3 do tamanho da embalagem pequena)
1/2 xícara de chá de champignon fatiado
1/2 xícara de chá de azeitonas pretas picadas
 2 colheres de sopa de salsa fresca picadinha
Frango refogado com curry.
 1 fio de azeite
pimenta e sal a gosto

Preparo
Bata os ovos separadamente. Misture todos os outros ingredientes e bata bem com a ajuda de um fouet ou uma espátula. Unte levemente com azeite forminhas que possam ir ao forno e distribua a massa por cima dos cubinhos de frango.. Rendem de 4 a 6 potinhos pequenos. Leve ao forno pré-aqueça 180 graus por aproximadamente 40 minutos ou até a superfície ficar dourada. Se o seu forno for elétrico, provavelmente o tempo de forno será menor. Sirva em seguida.

INVOLTINI DE BERINJELA


Hum... hummm...


Quero dividir com vocês, uma das maiores delícias de petisco que já comi nos últimos tempos. Ele pode ser feito de abobrinha ou berinjela. A versâo berinjela foi a mais aprovada aqui em casa.
Conheci este petisco quando estava preparando um brunch. Ele era uma das opções do cardápio de um buffet que só faz coisas finas e deliciosas.
Ao contrário de encomendar eu resolvi fazer. Elogios mil de todas as pessoas. Mas é muuuuito saboroso mesmo.
O involtinis, são fatias de berinjelas ou abobrinhas envolvendo um recheio. Na Itália este é um petisco bastante apreciado e muito comum.
Nessa versão, para um petisco, ele foi feito mais delicado. Mas se quiser fazê-lo maior como parte do cardápio de um almoço, cabe muito bem.

Vamos ao modo de fazer:

Escolha duas berinjelas firmes e de casca brilhante.

 

Corte uma tampinha em cada ponta. Fatie as berinjelas bem finas, assim como uma folha de papel. Tenha o cuidado para não deixar rasgar o centro das fatias. Despreze a primeira fatia ´por causa da casca.
 



Em uma frigideira com temperatura bastante elevada, grelhe as fatias de ambos os lados. Eu utilizei minha panela elétrica quadrada pois consigo nela uma temperatura constantemente alta. O que acontece  é que se for em fogo baixo, as fatias vão demorar mais tempo para grelhar e cozinhará. Essa não é a intenção.



Reserve todas as fatias e prepare o recheio


Passe a ricota na peneira e acrescente cebola ralada ou cortada bem pequenininha, alcaparras, nozes trituradas e salsinha.
Vamos começar o recheio e o molho
Caso a berinjela a fatia tenha ficado muito grande e você perceber que ficará grosseira. corte-a com tesoura em duas no sentido da largura. Quando as fatias são grandes, porem finas, não precisam de serem cortadas pois precisamos de toda a extensão para fazer um involtini bem firme. Desse modo ele não se abre.

 

Coloque o suficiente do recheio de ricota tomando o cuidado para que ao mesmo tempo que ele ocupe a largura da fatia, não fique em excesso tornando-o grosseiro.

 
Coloque uma pequena tira de tomate seco e enrole até o final.
Com as pontas dos dedos untadas pelo azeite do tomate seco, fica muito fácil finalizar os enroladinhos de berinjela. Não é necessário colocar nenhum palitinho para segurar. Você vai sentir no momento de enrolar.
Vá colocando cada um ao lado do outro em uma travessa em uma única camada para melhor entranhar o molho que faremos a seguir.

Para o molho
Para 2 berinjelas coloque duas xícaras de azeite,  cebola roxa ralada,  mostarda, suco de  limão, salsinha ou manjericão com fartura, azeitona, alho e sal a gosto. Despeje este molho sobre os involtinis e deixe 24 hs para incorporar o sabor. Para falar a verdade, eu não aguentei esperar um dia inteiro e depois de 4 horas no molho, lá estávamos nós saboreando. Eu e meu marido simplesmente comemos a metade de uma só vez. Ele fala que está difícil encontrar um tira-gosto de berinjela melhor que este.
Para fazer e servir no almoço, basta colocar uma quantidade
   generosa de recheio. Ele ficará ideal como acompanhamento.


 


Involtini com molho de Mostarda
Recheio 1 : 
Misture todos os ingredientes, tempere a gosto e reserve.

250g de ricota fresca passada pela peneira
2 colheres (sopa) de alcaparras picadas
2 colheres (sopa) de nozes picadas
2 colheres ( sopa) de salsinha picada
sal, pimenta-do-reino e tempero a gosto.

Recheio 2: 
200g de tomates secos temperados, escorridos e cortados ao meio.

Molho
2 xícara (chá) de azeite
1/2 xícara (chá) de suco de limão coado
4 colheres (sopa) de mostarda
4 colheres (sopa) de azeitonas pretas picadas
2 colher (sopa) de cebola picada
4 colheres (sopa) de folhas frescas de manjericão picadas sal, tempero a gosto
Misture todos os ingredientes, tempere a gosto e reserve.

Montagem
Distribua sobre a bancada as fatias de berinjela, disponha um pouco de recheio de ricota e, sobre este, uma fatia de tomate seco. Enrole como rocambole e arrume os rolinhos num prato raso. Cubra com o molho e deixe curtir. Sirva apenas a partir do dia seguinte.
 Obs: Caso queira fazer com abobrinha, será necessário escaldar as fatias em água quente com sal por 1 minuto, deixando-as escorrer completamente antes de colocar o recheio.

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